Entrevista com o autor



 Conto: Gosto de Sangue

Autor: J. J. Souza
Sinopse: Marimbondo, um vaqueiro pacato, alegre que adora contar casos. Era apaixonado por rodeios e competições tipo vaquejada. Competia, e sempre saia vencedor. Até que um dia um acontecimento em noite sem lua mudou sua vida. Nunca mais ele competiu. 

CAL: Qual foi a inspiração para criar o conto?

J.J.SOUSA: Gosto muito de Guimarães Rosa. Eu já havia escrito outros contos com o personagem vaqueiro. Em uma de minhas viagens ao norte de Minas, conheci um vaqueiro que parecia saído daquelas histórias. Foi neste cenário que nasceu a ideia deste conto.  Marimbondo foi uma inspiração divina e hoje praticamente está em tudo que escrevo.

CAL: O que o público pode esperar da história?

J.J.SOUSA: Uma história divertida onde o vaqueiro conta a origem do seu nome e levemente apavorante. Tudo está ligado a Lua negra. Muitos acreditam que a lua fala sobre nosso inconsciente, nosso eu que não conhecemos, nosso lado obscuro, aquelas personalidades que fingimos não ter, aqueles instintos que não controlamos é sobre exatamente isso que falamos. Espero que gostem.

CAL: Qual foi o maior desafio ao escrever o conto?

J.J.SOUSA: Sou poeta, gosto de rima, a meu ver o desafio em escrever um conto é narrar com precisão cada fato de cada personagem, imaginar cada ocorrência. Mas o maior desafio mesmo é agradar os leitores.
 
CAL: Quais são suas expectativas para a estreia do conto?

J.J.SOUSA: Como já disse o desafio maior é agradar o leitor. Estou bastante ansioso, afinal este é o primeiro conto que escrevo que fara parte de uma grande rede. Espero que as críticas sejam boas; mas estou pronto para qualquer feedback, aprendemos com nossos erros e acertos.

CAL: Se fosse para definir o conto em uma palavra, qual seria?

J.J.SOUSA: Acho que meu conto é INSTIGANTE

CAL: Deixe uma mensagem para o público.

J.J.SOUSA: Como disse na resposta anterior considero meu conto instigante, ou seja, agradável, de fácil leitura, aliciador, que vai te prender até o final. Convido a todos a acompanharem a história deste vaqueiro boa praça, contador de causos e que acabou descobrindo que no seu íntimo existe um outro ser. E a história continua, vem ai novos fatos.

Leia o conto AQUI

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Canalhas não tem gênero

Um mundo encantado

Reflexões sobre um cadáver