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Mostrando postagens de 2021

Talentos da casa apresenta uma paixão pelas rimas

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Entrevista com o autor

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  Conto:  Gosto de Sangue Autor:  J. J. Souza Sinopse:  Marimbondo, um vaqueiro pacato, alegre que adora contar casos. Era apaixonado por rodeios e competições tipo vaquejada. Competia, e sempre saia vencedor. Até que um dia um acontecimento em noite sem lua mudou sua vida. Nunca mais ele competiu.  CAL:  Qual foi a inspiração para criar o conto? J.J.SOUSA:  Gosto muito de Guimarães Rosa. Eu já havia escrito outros contos com o personagem vaqueiro. Em uma de minhas viagens ao norte de Minas, conheci um vaqueiro que parecia saído daquelas histórias. Foi neste cenário que nasceu a ideia deste conto.  Marimbondo foi uma inspiração divina e hoje praticamente está em tudo que escrevo. CAL:  O que o público pode esperar da história? J.J.SOUSA:  Uma história divertida onde o vaqueiro conta a origem do seu nome e levemente apavorante. Tudo está ligado a Lua negra. Muitos acreditam que a lua fala sobre nosso inconsciente, nosso eu que não conhece...

Palácio das Artes

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  Lugar mágico! Onde o ser humano é valorizado Onde se respeita a diversidade de quem somos Onde nada é cronológico, nem moldado Aqui somos reis, rainhas e até gnomos. O palácio olimpo   Onde reina Apolo, o deus do sol e das artes  Dionísio do teatro e todos os outros deuses O verdadeiro lugar de todos, público O nosso baluarte Local acessível a qualquer pessoa Lugar de uso comum, único  Onde as classes se harmonizam Aqui frequenta o rico,  E o pobre demais Um dorme no edredom no luxo O outro em cima de jornais Lugar de encontro, descanso e aprendizado De visitação e fruição De se passar tempo, consolando a solidão Aqui choramos quando estamos felizes E nos alegramos quando estamos tristes,  Onde nunca se escondeu um sorriso Este lugar permite-nos desvairar Viajar na nossa imaginação  É casa de fantasias Nicho de criação  Onde o impossível pode acontecer Na realidade do nosso devaneio Aqui existem fronteiras imaginárias, que nos separam da terra d...

Os caminhos da madeira/cordel - Trabalho de ciências 2016

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  De madeira quero falar da classificação e da origem explicar para se catalogar nas fanerógamas nossa viagem  a um conceito vou chegar São de elevada complexidade muito mais que as outras cresceu nas coníferas gimnosperma grande diferença se percebeu as folhosas angiospermas delas um  pouco se aprendeu Nesse ponto minha história mostra o que você já percebeu elas têm variações anatômicas por isso uma mais se desenvolveu livros foram consultados e uma boa dor de cabeça  rendeu Foi estudando em grandes livros das coníferas se conheceu elas têm menor densidade na genética se favoreceu as dicotiledôneas de mesma idade  com  maior densidade se entendeu As madeiras moles, ou coníferas mais pro sul ela brotou Pinus, Pinho, Sequoia gigante grande procura provocou tábuas, móveis, escoras, pisante o comércio acelerou As angiospermas ou madeira dura em todo lugar teve grande procura no preço grande aumento maçaranduba, Sucupira  viravam até monumento cômodas, ...

Educando o olhar

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por  Sandro Alex Batista de Sousa   Postado no blog do Programa Residência Pedagógica  - segunda,  1 Out 2018, 20:50  . Nosso olhar é sempre atraído por aquilo que nos encanta de alguma forma. Pessoas, determinados lances, pinturas, paisagens, momentos, atitudes, atraem nosso olhar. Não é mecânico o fato de buscarmos por aquilo que nos encanta. Só vemos aquilo que nos convém. Ver e enxergar são verbos que indicam ações diferentes. Ver qualquer um é capaz, difícil é conseguir enxergar. Mais difícil ainda é conseguir enxergar aquilo que não se quer. É fácil ver um gesto que não nos agrada. Difícil é enxergar o que ele realmente quis dizer. Observar um sujeito com suas dificuldades e temores é fácil. Difícil é enxergar o tamanho da capacidade e da vontade que ele tem em vencer aquelas barreiras. Um olhar elaborado, planejado daquilo que realmente se quer enxergar, trará novas descobertas. Ver e poder enxergar demanda envolvimento, entrega ao outro. Estar pron...

A importância do período de observação

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Uma análise do estágio Residência Pedagógica por  Sandro Alex Batista de Sousa   em terça, 27 Ago 2019, 19:29  Postado no blog do Programa Residência Pedagógica  Durante as práticas do estágio somos convidados a refletir sobre os conhecimentos teóricos do curso de Pedagogia e a estabelecer relações com a prática na qual estamos estagiando. O movimento de ir à escola, retornar para universidade, debater sobre o observado, tem o intuito de ampliar as ações desse futuro professor e criar condições para o desenvolvimento de um trabalho pleno. Em outras palavras, um trabalho voltado para as máximas apropriações humanas, para a cultura elaborada, para a transmissão de conteúdos historicamente produzidos. Espera-se que os estagiários encontrem no campo a possibilidade de ampliarem as ações com os alunos, mediados pelos conteúdos estudados na graduação. Porém, o que tenho observado são propostas descontextualizadas, empobrecidas, sem intencionalidade clara e muito menos de...

O irmão do Jorel

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 Uma analise do desenho por  Sandro Alex Batista de Sousa  - quarta, 16 Jan 2019, 10:29 Os personagens são caricatos, exagerados, porém tem muito a ver com o cotidiano de uma família tradicional brasileira. O irmão do Jorel, não importa o seu nome, ele é irmão do Jorel, o garoto mais lindo, perfeito, amado e admirado por todos ao seu redor. Assim ele vive a sombra da celebridade de seu parente popular.  De fato, se as pessoas sequer notam sua existência, é por sua associação familiar com o Jorel. Mas isso não chega a ser um problema, pois o irmão do Jorel tem vida própria e se envolve em aventuras pelas quais todos passamos em nossa infância, como aquele rito de passagem que é remover as rodinhas da bicicleta. O desenho nos mostra sobre ser uma criança crescendo no Brasil. A memória da ditadura militar, o pai revolucionário, as avós que moram com a família e também a influência da cultura norte-americana que povoa nosso imaginário desde a infância. O Irmão do...